Ja que gasto o meu dinheiro assiduamente, nesses locais de sossego da gula, algumas vezes, outras há, em que o sossego fica pelo adquirir do saber de não mais lá voltar.
Vou começar a "postar" aqui uma descrição do manjar, ou talvez não, e dou-lhe com uma classificação que fica sempre bem, dá aquele ar de critico de alguma coisa...o gajo que percebe desses assuntos.
Se possivel ainda incluo umas fotos.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Jimmy Justice
http://jimmyjustice4753.blogspot.com/
Grande maluco, Jimmy Justice o policia dos policias, este tipo dedica-se a filmar policias e agentes da autoridade norte americanos a infringir a lei.
Vejam o blog deste tipo e façam uma procura no youtube, têm grandes videos.
Podia existir um gajo destes a fazer isto aos GNR, não sei é se durava muito tempo inteiro, era capaz de, ao fim de algum tempo, aparecer na valeta com a boca cheia de formigas.
Grande maluco, Jimmy Justice o policia dos policias, este tipo dedica-se a filmar policias e agentes da autoridade norte americanos a infringir a lei.
Vejam o blog deste tipo e façam uma procura no youtube, têm grandes videos.
Podia existir um gajo destes a fazer isto aos GNR, não sei é se durava muito tempo inteiro, era capaz de, ao fim de algum tempo, aparecer na valeta com a boca cheia de formigas.
domingo, 20 de setembro de 2009
Praias no Verão - O refugio dos Gnus
sábado, 11 de julho de 2009
Entrada de Restaurante
Não, o blog não esta morto, anda adormecido mas não morto.
Venho aqui comentar uma "cena" deprimente que observei ontem e que nunca tinha prestado bem atenção, apesar de já a ter visto algumas vezes.
Algumas pessoas nos restaurantes pegam no pão e naquelas manteigas das entradas e ZÁS toca de fazer uma "sande" logo ali, não pegam num bocado de pão e barram com manteiga, não isso é pouco, é logo um pão inteiro cortado com a faca de refeição e leva logo com um pacote de manteiga inteira lá dentro. Como se isto ainda não fosse suficientemente decadente, ainda comem a "sande" com as duas mãos...já agora um copo de leite com suchard express para empurrar para baixo não?
Venho aqui comentar uma "cena" deprimente que observei ontem e que nunca tinha prestado bem atenção, apesar de já a ter visto algumas vezes.
Algumas pessoas nos restaurantes pegam no pão e naquelas manteigas das entradas e ZÁS toca de fazer uma "sande" logo ali, não pegam num bocado de pão e barram com manteiga, não isso é pouco, é logo um pão inteiro cortado com a faca de refeição e leva logo com um pacote de manteiga inteira lá dentro. Como se isto ainda não fosse suficientemente decadente, ainda comem a "sande" com as duas mãos...já agora um copo de leite com suchard express para empurrar para baixo não?
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Vasco Granja

Vasco Granja, o senhor cinema de animação, morreu no passado dia 04/05/2009, tinha 83 anos.
Autodidacta e com múltiplos interesses culturais ao longo da sua vida, Vasco Granja nasceu em Campo de Ourique (Lisboa) a 10 de Julho de 1925. No início da década de 50 envolve-se no movimento cineclubista, tendo desempenhado funções directivas no Cine-Clube Imagem. Vasco Granja foi preso pela primeira vez pela polícia política do Estado Novo em Novembro de 1954, quando militava clandestinamente no PCP. Esteve preso sem julgamento seis meses e quando foi libertado voltou às suas actividades cineclubísticas e à divulgação cultural na imprensa. Datam de 1958 os seus primeiros artigos sobre o cinema de animação, nomeadamente na sequência da descoberta dos filmes experimentais do canadiano Norman McLaren. No início da década de 60 arranja trabalho na Livraria Bertrand, onde se manteve até à reforma.É preso de novo em 1963, julgado e condenado a 18 meses de prisão. Quando foi libertado, em 1965, Vasco Granja retoma a sua actividade cultural, com artigos nos “media” sobre cinema e literatura. O seu nome é habitualmente associado à divulgação da banda desenhada em Portugal. O termo “banda desenhada” é, aliás, utilizado pela primeira vez por Granja num artigo publicado pelo “Diário Popular” em 19 de Novembro de 1966. Integra a equipa fundadora da revista francesa de crítica e ensaio de banda desenhada “Phénix”, nos anos 60 e participa regularmente no Salone Internazionale dei Comics, em Lucca (Itália), o mais importante encontro do género nos anos 70.Em Portugal, a sua actividade de divulgação da banda desenhada intensifica-se a partir do aparecimento da edição portuguesa da revista “Tintin”, em Junho de 1968, onde escrevia e traduzia artigo, além de ter a responsabilidade da secção de cartas aos leitores. Foi director da segunda série da revista “Spirou” (edição portuguesa) e coordenador da edição de banda desenhada da Bertrand. Animou o “Quadrinhos”, um dos primeiros fanzines surgidos em Portugal, em 1972. Esteve ligado à fundação da primeira livraria especializada de BD em Lisboa, O Mundo da Banda Desenhada, em 1978.Em 1974 e 1975 integra o júri do Salão Internacional de BD de Angoulême. Depois de 25 de Abril de 1974, Vasco Granja mantém um programa regular sobre cinema de animação na RTP, que teve mais de 1000 emissões e divulgou sistematicamente as grandes escolas internacionais do género. Estava reformado desde 1990.
Este senhor a par do meu avô foi uma das primeiras pessoas a fazer de mim o que sou hoje.
Fica aqui a homenagem ao senhor que me fazia levantar ainda de madrugada para ligar a televisão e ver uns desenhos animados com umas latas de sardinha a mexer de um lado para o outro e uns desenhos invulgares que falavam uma linguagem desconhecida, ainda me lembro de ir procurar ao mapa a Checoslováquia.
Spooky
Estas vieram de um blog (AwkwardFamilyPhotos.com) que se dedica a publicar fotos de família ridículas, vale a pena visitar, aqui vai um best of...

Estou-me a lembrar que era capaz de ter fotos para enfiar aqui...Certas festas dariam muita matéria prima.
domingo, 26 de abril de 2009
Bacalhau nas Cuecas
Cabrita - " Repouso Pós-Repasto"
Cabritada - "O final"
Cabritada - "Vai para a mesa"
Cabritada - "A Preparação"
Como preparar um cabrito? nada mais fácil, Zé Cobra, comparsa de noites de Poker disse certa vez na sua sapiência - "pegas no cabrito enfias numa bacia com água e limão e deixas ficar para tirar o sebo todo, mas não deixes ficar muito tempo senão o cabrito começa a cozer", assim o fiz.
Quanto ao tempero, preparei uma pasta para barrar o bicho, pegam numa tigela e misturam pimentão picante, umas duas malaguetas (as minhas vieram da plantação cá de casa), sal, alecrim, segurelha, alho e no fim azeite, misturam tudo muito bem e massajam a carne com esta mistura, depois colocam a carne num tabuleiro forrado com chalotas cortadas em pedaços grandes e adicionam um bocado de vinho branco, só até encher o fundo do tabuleiro.
Deixam repousar durante umas 10 a 12 horas, depois é só levar ao forno em cozedura lenta 190/200 Cº durante umas 3.30h - 4.00h.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Já não se fazem Homens como antigamente
Casos de homens violados pelas próprias mulheres aumentam em Manica
O número de homens violados e agredidos pelas próprias mulheres na província moçambicana de Manica, no centro do país, "aumentou significativamente" nos últimos anos, com quase 200 casos só este ano, disse hoje à Lusa fonte policial.
De Janeiro a Março de 2009, segundo a mesma fonte, 185 queixas deram entrada no Gabinete de Atendimento à Mulher e Criança Vítimas da Violência Doméstica (GAMCVD), ligado à Polícia da República de Moçambique (PRM). No mesmo período em 2008, 155 homens denunciaram maus-tratos perpetrados pelas suas mulheres, que resultaram em agressões físicas, violência sexual, expulsão de casa e submissão a trabalhos forçados.
A violência contra os homens é justificada essencialmente como uma "forma de controlo e de demarcação de limites, de fixação dos comportamentos e de atitudes", afirmou a fonte. "Muitos homens têm-se queixado da violência doméstica protagonizado pelas suas mulheres. Eles denunciam os casos quando já estão fartos da convivência coerciva no lar", explicou à Lusa Paciência Nhampimbe, chefe do GAMCVD em Manica.
No entender da responsável, as mulheres não conseguem expressar os seus sentimentos em resposta à violência dos homens, e "por isso é que na maioria dos casos registados as mulheres reagem em retaliação à violência antes cometida pelo homem". "Mas infelizmente as mulheres acabam sendo agressivas demais", frisou.
A responsável explicou que "os efeitos da tensão entre os direitos humanos universais e o relativismo cultural local fazem-se sentir no quotidiano de muitos homens em Manica". Paciência Nhampimbe referiu que a cultura leva a que à mulher seja ensinada a obediência, a dedicação à família, enquanto que no homem há "uma masculinidade hegemónica que é construída a partir do controlo das mulheres". Porém, adianta, hoje a realidade é outra e "as mulheres recorrem à violência contra o homem como forma de resolução de conflitos ao nível do casal".
Um exemplo é o caso de Ernesto D., 37 anos, agredido fisicamente pela mulher, com quem vive há 16 anos, que o acusou de estar a traí-la e por isso chegar tarde a casa. "Tínhamos uma convivência pacífica, mas num belo dia, do nada, transbordou a relação pelo facto de ter chegado tarde em casa. Parei na cirurgia do Hospital Provincial de Chimoio, porque sofri escoriações e fracturas", contou.
Segundo os números de queixas do GAMCVD, as mulheres continuam as mais sensibilizadas para denunciar casos de violência doméstica nos lares em Manica. No primeiro trimestre de 2008 deram entrada 315 casos de violência contra mulheres, contra os 439 registados no mesmo período de 2009.
A Constituição moçambicana confere direitos e deveres iguais entre homens e mulheres, embora o poder sócio-cultural dos homens minimize em muitos casos os direitos das mulheres. O GAMCVD, em parceria com os líderes comunitários, tem feito campanhas de sensibilização de boas práticas de convivência social junto as comunidades, muitas vezes em reuniões de bairro e palestras sob a forma de teatro.
Lusa, hoje às 12:21
O número de homens violados e agredidos pelas próprias mulheres na província moçambicana de Manica, no centro do país, "aumentou significativamente" nos últimos anos, com quase 200 casos só este ano, disse hoje à Lusa fonte policial.
De Janeiro a Março de 2009, segundo a mesma fonte, 185 queixas deram entrada no Gabinete de Atendimento à Mulher e Criança Vítimas da Violência Doméstica (GAMCVD), ligado à Polícia da República de Moçambique (PRM). No mesmo período em 2008, 155 homens denunciaram maus-tratos perpetrados pelas suas mulheres, que resultaram em agressões físicas, violência sexual, expulsão de casa e submissão a trabalhos forçados.
A violência contra os homens é justificada essencialmente como uma "forma de controlo e de demarcação de limites, de fixação dos comportamentos e de atitudes", afirmou a fonte. "Muitos homens têm-se queixado da violência doméstica protagonizado pelas suas mulheres. Eles denunciam os casos quando já estão fartos da convivência coerciva no lar", explicou à Lusa Paciência Nhampimbe, chefe do GAMCVD em Manica.
No entender da responsável, as mulheres não conseguem expressar os seus sentimentos em resposta à violência dos homens, e "por isso é que na maioria dos casos registados as mulheres reagem em retaliação à violência antes cometida pelo homem". "Mas infelizmente as mulheres acabam sendo agressivas demais", frisou.
A responsável explicou que "os efeitos da tensão entre os direitos humanos universais e o relativismo cultural local fazem-se sentir no quotidiano de muitos homens em Manica". Paciência Nhampimbe referiu que a cultura leva a que à mulher seja ensinada a obediência, a dedicação à família, enquanto que no homem há "uma masculinidade hegemónica que é construída a partir do controlo das mulheres". Porém, adianta, hoje a realidade é outra e "as mulheres recorrem à violência contra o homem como forma de resolução de conflitos ao nível do casal".
Um exemplo é o caso de Ernesto D., 37 anos, agredido fisicamente pela mulher, com quem vive há 16 anos, que o acusou de estar a traí-la e por isso chegar tarde a casa. "Tínhamos uma convivência pacífica, mas num belo dia, do nada, transbordou a relação pelo facto de ter chegado tarde em casa. Parei na cirurgia do Hospital Provincial de Chimoio, porque sofri escoriações e fracturas", contou.
Segundo os números de queixas do GAMCVD, as mulheres continuam as mais sensibilizadas para denunciar casos de violência doméstica nos lares em Manica. No primeiro trimestre de 2008 deram entrada 315 casos de violência contra mulheres, contra os 439 registados no mesmo período de 2009.
A Constituição moçambicana confere direitos e deveres iguais entre homens e mulheres, embora o poder sócio-cultural dos homens minimize em muitos casos os direitos das mulheres. O GAMCVD, em parceria com os líderes comunitários, tem feito campanhas de sensibilização de boas práticas de convivência social junto as comunidades, muitas vezes em reuniões de bairro e palestras sob a forma de teatro.
Lusa, hoje às 12:21
Já não se fazem homens como antigamente, agora até já apanham das mulheres...
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Cabritada

Vou preparar uma cabritada para esta Pascoa, já fui ao lila comprar as coisas e amanhã começo a prepararação do manjar, acho que vai ser mais megalomano que a ultima feijoada que demorou dois dias a preparar.
Se calhar fica preparado para sabado à noite, prefiro do que domingo ao almoço.
O acompanhamento vão ser umas batatinhas assadas com chalotas e um arroz de açafrão com chouriço de carne.
Para regar as goelas talver um Quinta do Noval ou um Chryseia, logo se vê ainda tenho que ver o que tenho lá pela garrafeira.
Depois publico as fotos do manjar.
sexta-feira, 27 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
Carros para Futebolistas
Uma vez que os jogadores de futebol (daqueles famosos que jogam em clubes de renome mundial), apesar de ganharem fortunas, não ganham com isso classe e bom gosto (seja lá isso o que for).
Os saloios limitam-se a comprar os carros da moda:
- Porches...
- Rolls Royces...
- Mercedes...
- Audis...
e por ai fora (Ok não são umas merdas de uns carros mas...qualquer novo rico têm um)
Esta machadada mostra aqui alguns bolides que podiam rechear as garagens destes senhores dando-lhes alguma classe e bom gosto.
Oh meus, já que têm dinheiro, não andem com os carros iguais aos dos vossos colegas.




São apenas cinco mas, os parolos dos novos ricos não se lembram de os comprar (ainda bem).
PS: Não falei dos Ferraris, porque esses meus senhores, até a um pastor de cabras dão estilo.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Limpar as orelhas
Afinal, quem é vivo sempre aparece.
Andei a mandar uns peidos pela piça e não tive oportunidade de aqui andar, pelo que esta explicada a razão deste jejum virtual.
Um dia destes falou-se em limpar as orelhas, mais concretamente em tirar a cera das orelhas e não é que cada um têm a sua mania, afinal a cotonete que os médicos não aconselham, não é o único utensílio eficaz para esse fim.
Chave de fendas e se for um busca-pólos ainda melhor.

Um fio eléctrico. Se for usado com mestria e verdadeira destreza fará maravilhas nessas orelhas.

Ui, que maravilha, até têm a vantagem de poder ser usado dos dois lados, o bico raspa o material das paredes do ouvido e a cabeça do prego pode ser usada para puxar lá de dentro essa goma amarela.
Agulha de crochet. Este utensílio só esta ao alcance dos verdadeiros profissionais, requer anos de verdadeira dedicação ao oficio.
Brocas, podem ser para pedra, madeira ou metal, tanto dá, usem a que tiverem à mão, a cera vêm agarrada às saliências da broca, dá um bocado de trabalho a limpar a broca, mas faz maravilhas na limpeza das orelhas.

Fósforos, sim senhora e são bem bons, já experimentaram? então não torçam o nariz.
Têm que ser mesmo salto agulha e mesmo assim só para os que têm orelhas do tipo Alfredo Marceneiro (não sabem quem é, vão procurar à Net).
Jogam no mesmo clube das agulhas de crochet, devem ser usados por mãos experientes. Pode-se acoplar um pedaço de algodão na ponta que quase se transformam numas cotonetes, mas existe sempre o perigo de se perder o algodão dentro das orelhas, não inventem e usem-nos simples.
Têm é que ser como esta, as de bico arredondado não sacam a cera como deve de ser.
Espero que isto vós seja util e acabem lá com essa mania que as orelhas se limpam com a ponta da toalha de banho.
Andei a mandar uns peidos pela piça e não tive oportunidade de aqui andar, pelo que esta explicada a razão deste jejum virtual.
Um dia destes falou-se em limpar as orelhas, mais concretamente em tirar a cera das orelhas e não é que cada um têm a sua mania, afinal a cotonete que os médicos não aconselham, não é o único utensílio eficaz para esse fim.
Pois deixo-vos aqui uma serie de instrumentos que poderão ser utilizados na aliviadora arte de remover a cera do canal auditivo.
Temos a famosa unhaca do dedo mindinho. Este instrumento só têm um problema, é que não esta ao alcance de qualquer um, para tal é preciso cultivar o bicho que dedicação e paciência.
Temos a famosa unhaca do dedo mindinho. Este instrumento só têm um problema, é que não esta ao alcance de qualquer um, para tal é preciso cultivar o bicho que dedicação e paciência.
Chave de fendas e se for um busca-pólos ainda melhor.
Um fio eléctrico. Se for usado com mestria e verdadeira destreza fará maravilhas nessas orelhas.

Ui, que maravilha, até têm a vantagem de poder ser usado dos dois lados, o bico raspa o material das paredes do ouvido e a cabeça do prego pode ser usada para puxar lá de dentro essa goma amarela.
Brocas, podem ser para pedra, madeira ou metal, tanto dá, usem a que tiverem à mão, a cera vêm agarrada às saliências da broca, dá um bocado de trabalho a limpar a broca, mas faz maravilhas na limpeza das orelhas.
Fósforos, sim senhora e são bem bons, já experimentaram? então não torçam o nariz.
Para os que tiverem uns pelitos nas orelhitas também serve para fazer a depilação ao mesmo tempo.
Têm que ser mesmo salto agulha e mesmo assim só para os que têm orelhas do tipo Alfredo Marceneiro (não sabem quem é, vão procurar à Net).

Têm é que ser como esta, as de bico arredondado não sacam a cera como deve de ser.Espero que isto vós seja util e acabem lá com essa mania que as orelhas se limpam com a ponta da toalha de banho.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
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